Segundo Platão e Aristóteles... "Nada na Terra podia ser perfeito. A perfeição só poderia existir no céu".
O Jardim biblico, diz que era o lugar na Terra onde o homem gozava da imortalidade junto ao seu criador. Quando o homem foi expulso daquele "Jardim" onde a vida eterna estava a sua disposição, o homem colocou em seu espírito a lembrança daquela vida eterna e daquele poder e o jamais esqueceu. Passaram-se os milênios e o homem continua atrás do Poder, mas se esqueceu da Vida Eterna.
"E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”. A intenção que o escritor e o autor (Moisés e Deus) têm é de mostrar os eventos, existe a preocupação de detalhar fatos, para que o leitor acredite na sua veracidade.
O texto de Gênesis: Do Éden nascia um rio que se dividia em quatro braços: Pisom, Giom, Tigre e o Eufrates. O texto de Gênesis, foi desenvolvido após o Dilúvio, antes da Torre de Babel, então todo o globo falava o mesmo idioma, todavia, as expressões citadas no livro de Gênesis, com relação ao Éden, têm sua origem em outros idiomas, que não o hebraico.
Se o escritor não tivesse a intenção de que o Éden fosse localizado, não teria dado tantas informações geográficas.
Na Bíblia, o Éden não é só o nome do lugar onde Adão e Eva viveram, mas também uma representação metafórica do Jardim de Deus. A localização exata do Jardim do Éden permanece um mistério, todavia, o texto de Gênesis afirma que Deus plantou o "jardim no Éden, da bando do Oriente", isto é, no Leste. Essa afirmação aponta para um lugar ao leste de Canaã, que também possuía quatro rios: o Pisom, o Giom, o Tigre e o Eufrates. O Tigre e o Eufrates, os dois rios da Mesopotâmia que possui o seu curso inalterado ainda hoje. Há uma evidência geográfica do Éden, já que dois dos rios mencionados ainda existem. Além disso, a Bíblia o localiza na "Assíria", atual Iraque. No entanto, o dilúvio mundial devastador, vários séculos após Adão e Eva serem expulsos do Jardim. As camadas de rochas são testemunhas mudas desta enchente que enterrou definitivamente o mundo. Após o Dilúvio, os sobreviventes se mudaram para a planície de Sinar (Suméria/Babilônia) onde se encontram os atuais rios denominados Tigre e Eufrates. Deste modo, não se tratam dos mesmos rios que fluíam no Jardim. Os rios atuais correm acima das camadas de rocha depositadas no Dilúvio. A Bíblia menciona um rio se tornando em quatro braços, dos quais apenas dois são chamados de Tigre e Eufrates. Não é esta a geografia que encontramos no Oriente Médio atual. A sua localização verdadeira jamais será determinada? Há alguns anos uma equipe de pesquisadores conseguiu através de satélite tirar algumas fotos que mostram o leito de dois rios de grande porte juntos ao Tigre e ao Eufrates, acredita-se tratar do Giom e do Pisom. Essa mesma região é conhecida pela sua terra de tom avermelhado. O texto bíblico relata que naquele lugar Deus fez o homem do pó da terra e pôs nele o nome de Adão (adão em hebraico significa vermelho).
Finalmente, qualquer evidência que tenha havida do Jardim do Éden, foi destruída por Deus por ocasião do dilúvio. Até a ocasião do dilúvio, o Jardim do Éden permaneceu na Terra "intacto da maldição do pecado". Era um pedacinho do Céu na Terra. A natureza continuava bela e perfeita, agora sem seus hóspedes. A árvore da vida continuava no mesmo lugar. Do lado de fora do Jardim, Adão e Eva testemunhavam os primeiros resultados do pecado como o murchar das flores, o cair das folhas e as mudanças bruscas do clima. Do lado de dentro, tudo continuava em perfeita harmonia. O Jardim do Éden foi, por séculos, o único lugar da Terra em que o pecado não deixou marcas. Era um oásis em meio a um planeta contaminado pelos resultados da desobediência. Quando o "pecado" se propagou pelo mundo, os homens determinaram a sua destruição por meio de um dilúvio de água, a mão que plantara o Éden o retirou da Terra.
No princípio era o Uno. Imóvel, Atemporal, Amorfo, Absoluto.
Ao mesmo tempo Sujeito e Objeto. Ao mesmo tempo o Tudo e o Nada.
E o Senhor Deus colocou o Homem no Paraíso das Delícias... Éden, jardim perfeito.
Porém não havia contraste com o seu oposto, a imperfeição, Deus ainda não criara.
E o Senhor deu ao Homem uma ordem:
- Come de todos os frutos das árvores do Paraíso, mas não comas do fruto da árvore da Ciência do Bem e do Mal. Porque se dela comeres, morrerás.
Nasceu assim a Lei (não comas) e o Castigo (morrerás).
Nasceu assim a Dualidade: Causa e Efeito, Lei do Karma.
A Serpente foi a única a entender o Senhor. Pois se Deus quisesse a permanência eterna do Homem no Paraíso, teria suprimido a Árvore da Ciência do Bem e do Mal, eliminando, assim, o caminho que leva à desobediência.
Mas, quem constrói a estrada, quer o seu percurso.
E para cumprir, seria necessário obedecer desobedecendo, pois o Bem e o Mal, tendo sido idealizados… deveriam ser concretizados.
Não fosse assim, o Senhor não os teria colocado no meio do Paraíso.
No princípio era o Uno, que buscava se transformar no Todo.
E no entanto o Uno sempre reaparece:
no coletivo, onde um são muitos;
na cópula, onde dois são um;
na gravidez, onde um são dois;
na comunhão, onde todos são um.
O Uno evolvendo para o Todo e o Todo retornando para o Uno.
É a Lei dos Ciclos…a mais perfeita realização da Eternidade.
Num estéril Jardim, onde nada acontecia, viviam Adão, Eva, a Serpente.
Até que o Senhor, pela armadilha da proibição, criou a desobediência, o primeiro acontecimento.
Nascia a Polaridade, que gera o atrito e conduz á Evolução.
Adão, vivendo no Paraíso, desconhecia o apetite e a fome.
Deus, ao ordenar que comesse de todos os frutos, criou o gozo do apetite… e ao proibir um deles, criou o sofrimento do desejo. Findava o Paraíso.
Paraíso do qual Adão e Eva se conscientizaram apenas quando o perderam;
enquanto existia, era insípido. Tão insípido que o Senhor quis muda-lo.
E mudou, estimulando a transgressão.
Quem ameaça (se comeres, morrerás) admite a possibilidade de ser contrariado.
O Senhor, se quisesse, inviabilizaria a resistência não colocando nada no meio do Paraíso.
Mas no caso, colocou. E falou, de modo negativo: “não comas”.
E mais…ofereceu ainda uma alternativa: “pois se comeres morrerás".
A morte, ignorada no Paraíso, era mistério… e mais fascinava que amedrontava.
Assim, Adão e Eva comeram o fruto, descobrindo a Polaridade: Vida, Morte, Bem, Mal…
Bem e Mal que, ilusórios, facilmente se invertem e contradizem.
Pois se foi um Mal desobedecer, por nos privar do Paraíso, foi Bem, por nos propiciar a Evolução, tendo em vista que o Paraíso seria Estagnação.
Aliás, o próprio Mal é Bom, já que o sofrimento purifica.
E o Bem, aliviando, é mau porque o conforto corrompe.
O Homem, confuso, conceituou:
O que agrada, e é bom, vem de Deus. O que desagrada. E é mau, vem do Diabo (serpente).
E tudo, na verdade, só pode vir do Criador, sob pena d’Ele não o ser.
O Mal e o Bem, ora, são apenas máscaras do Uno.
Mas foi realmente necessário, no princípio, contrapor o Bem ao Mal, pois sem esse imenso contraste,
permaneceríamos eternamente estagnados no Paraíso.
(Um Ateu)
Livro Sagrado, leia de mente aberta e sinta como tudo que ali esta contido tem os mesmos ingredientes que tanto se critica, a começar em Gênesis quando em uma família de apenas um casal, de onde tem origem toda a espécie humana, (em que a lógica nos remete a perceber que Eva Também teve relações com os sens filhos), são gerados dois filhos homens, que por pura inveja, um mata o outro e assim é castigado por Deus (que poderia simplesmente ter evitado o fato), por que um Deus criaria uma espécie para ser defeituosa e causar tanto problema para todo o Eco Sistema? Sim! pois tudo estava sendo criado naquele momento, não precisava de "problemas de construção”...
Livro Sagrado, leia de mente aberta e sinta como tudo que ali esta contido tem os mesmos ingredientes que tanto se critica, a começar em Gênesis quando em uma família de apenas um casal, de onde tem origem toda a espécie humana, (em que a lógica nos remete a perceber que Eva Também teve relações com os sens filhos), são gerados dois filhos homens, que por pura inveja, um mata o outro e assim é castigado por Deus (que poderia simplesmente ter evitado o fato), por que um Deus criaria uma espécie para ser defeituosa e causar tanto problema para todo o Eco Sistema? Sim! pois tudo estava sendo criado naquele momento, não precisava de "problemas de construção”...
Um endereço para Adão e Eva... Arqueólogo inglês diz que encontrou, no Irã, o Jardim do Éden. Só que, para ele, o lugar foi o berço da civilização e não da espécie humana, como diz a Bíblia.
Éden — o pedaço de terra aprazível onde teriam surgido Adão e Eva, os primeiros humanos da Terra. Só que o Éden do arqueólogo não é nada parecido com o do livro sagrado. Fica na região de Tabriz, uma cidade feiosa do Irã. Além disso o que surgiu ali não foi o primeiro homem, mas a primeira tribo capaz de dominar a agricultura e domesticar animais. A tese é impactante. Trata-se de uma questão polêmica. Muitos estudiosos já acreditaram ter achado o Éden. É que o livro do Gênesis, há indicações bem precisas sobre o seu endereço. Aceito por cristãos, judeus e em parte até por muçulmanos, o mito do jardim do paraíso inspira milhões. Procurá-lo é uma tentação. A hipótese de que a região montanhosa do Irã abrigou povos evoluídos é aceita por muitos arqueólogos. Mas e a Eva? Onde entra na história?
Para conquistar poder, Adão teria feito uma aliança com a tribo Havah, que morava a leste do Éden, casando-se com a filha de seu líder. O evento acabou sendo interpretado pelos descendentes como o início da civilização, pois uniu tribos, transferindo mitos e rituais, criando uma cultura. Passados de boca em boca, esses mitos teriam se espalhado e chegado centenas de anos mais tarde à Mesopotâmia. Numa das mais importantes cidades dessa região, Ur, morava, segundo a Bíblia, um pastor chamado Abraão que quando partiu para a Terra de Canaã, hoje Israel, seus descendentes se dividiriam entre judeus, cristãos e mulçumanos, levado as histórias que acabaram eternizadas nas páginas do Gênesis. Essa é a origem da crença de que todos somos descendentes de um casal que há milhares de anos teve de sair do Jardim do Éden porque comeu o fruto proibido da Árvore do Conhecimento. Mas, como não há vestígios físicos de toda a saga, vai ser muito difícil comprová-la. Adão e Eva continuarão com endereço duvidoso.
A História Começa na Suméria. A dica bíblica diz que o rio que corre pelo Jardim do Éden fica junto às nascentes de quatro outros rios: Eufrates, Tigre, Gihon e Pishon. Mapas antigos mostram que o Gihon é o atual Aras. Terremotos e transformações climáticas teriam empurrado os descendentes de Adão em duas direções. Uma parte, segundo a Bíblia, teria ido com seu filho Caim para a Terra de Nod. Depois, os descendentes de Caim teriam seguido a Mesopotâmia.
Outro filho de Adão, Seth, teria se fixado perto do Lago Urmia, onde, de acordo com lendas locais, teria fundado o rico reino mitológico de Aratta. Depois, o grupo teria ido para o Curdistão.
No caminho entre o Éden e a Mesopotâmia há sete passagens estreitas entre as montanhas, que o arqueólogo identifica como os famosos sete portões do Paraíso citados na Bíblia.
O deus Enki foi punido com dores terríveis nas costelas pela deusa-mãe, Ninhursag, porque comera plantas proibidas. A pedido de outros deuses, Ninhursag criou a deusa Ninti, com poderes para curar o jovem. Essa versão confusa da lenda foi parar na Bíblia, dando origem ao mito de que Eva foi feita de uma costela de Adão.
Uma enorme tempestade causou uma grande inundação mas o mortal Ziazudra conseguiu salvar a própria pele. Para isso, recebeu ajuda dos deuses, que o ensinaram a construir um barco e pediram segredo para não desagradar o resto da humanidade. Cumpriu o prometido e foi recompensado com a vida eterna. Esse Noé, aparentemente mais egoísta, não salvou nem bichos.
O deus-pai, Enlil, recebeu animais do filho Emesh e plantas de Enten. Gostou mais dos presentes de Emesh e Enten ficou com inveja. Exatamente o que acontece com o agricultor Caim e o pastor Abel no Velho Testamento. Deus teria preferido as ofertas do segundo. O primeiro, despeitado, o matou.
No caminho entre o Éden e a Mesopotâmia há sete passagens estreitas entre as montanhas, que o arqueólogo identifica como os famosos sete portões do Paraíso citados na Bíblia.
O deus Enki foi punido com dores terríveis nas costelas pela deusa-mãe, Ninhursag, porque comera plantas proibidas. A pedido de outros deuses, Ninhursag criou a deusa Ninti, com poderes para curar o jovem. Essa versão confusa da lenda foi parar na Bíblia, dando origem ao mito de que Eva foi feita de uma costela de Adão.
Uma enorme tempestade causou uma grande inundação mas o mortal Ziazudra conseguiu salvar a própria pele. Para isso, recebeu ajuda dos deuses, que o ensinaram a construir um barco e pediram segredo para não desagradar o resto da humanidade. Cumpriu o prometido e foi recompensado com a vida eterna. Esse Noé, aparentemente mais egoísta, não salvou nem bichos.
O deus-pai, Enlil, recebeu animais do filho Emesh e plantas de Enten. Gostou mais dos presentes de Emesh e Enten ficou com inveja. Exatamente o que acontece com o agricultor Caim e o pastor Abel no Velho Testamento. Deus teria preferido as ofertas do segundo. O primeiro, despeitado, o matou.

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